segunda-feira, 15 de agosto de 2016

AINDA OS 600 ANOS DA TOMADA DE CEUTA



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ALJUBARROTA VIVE?


EFEMÉRIDE
ALJUBARROTA VIVE?
14/08/16
“Aljubarrota, Exmº Senhor não é um acto isolado na história de Portugal e pode repetir-se sempre que haja um governo consciente da sua missão e saiba pôr acima dos interesses particulares o interesse nacional e não faça da cobardia uma virtude cívica.”
General Gomes da Costa, 15 de Agosto de 1925.
Passam hoje 631 anos, que o Exército Português, pequeno em meios, mas grande na alma, esmagou o poderoso exército castelhano e gascão, na luminosa tarde desse longínquo 14 de Agosto.
Conseguiu-o com a graça de Deus e o valor dos seus soldados e chefes.
Comandava a hoste aquele que viria a ficar na História como o Rei de “Boa Memória”, e o seu talentoso Condestável, o “grande” D. Nuno Álvares Pereira, canonizado em 2009, com o nome de São Nuno de Santa Maria.
A escolha do ponto de expectativa estratégica, onde se concentraram as tropas, Abrantes – um verdadeiro ”umbigo” do País – permitiu a melhor vigilância do teatro de operações e dos objectivos possíveis e, por isso, constituiu a melhor opção para a tomada de decisões.
Mas foi a audácia e determinação do jovem Nuno, que decidiu a contenda ao forçar a dar combate e cortar o passo ao Rei de Castela que, naturalmente, se dirigia a Lisboa, e à sua competência técnica e táctica, na escolha e organização do local onde se travaria a batalha e, com isso, ter anulado a vantagem numérica do inimigo.
Em cerca de 30 minutos tudo estava resolvido e os castelhanos e gascões estavam em debandada, tendo muitos deixado lá os ossos e muitos mais provado o sangue, o suor e o pó do combate!
Foram-se em luto e em vergonha, mas depois disso e até hoje, tentaram voltar muitas mais vezes.
E não só pela força das armas, como é demonstrado pelas acções capciosas da economia, cultura e, sobretudo, financeiras, contemporâneas.
Aljubarrota foi importante?
Não, foi decisiva.
Não fora a vitória nessa, para sempre gloriosa, jornada, e hoje seriamos completamente diferentes do que somos. E não seriamos melhores.
Como afirmou Fernando Pessoa, “os espanhóis, nossos absolutos contrários”…
O magnífico mosteiro de Santa Maria da Vitória – vulgo Batalha – aí está para eternizar o evento, já que a juventude portuguesa deixou de saber o que se passou e seu significado.
Os pais e professores (já nem falo na cáfila política) deixaram de lhes ensinar seja o que for sobre a História de seus avós. É uma coisa terrível.
Até o Exército deixou de comemorar condignamente a data, apesar da mesma representar o “Dia da Infantaria Portuguesa” e o seu imorredoiro Patrono, que sendo um nobre cavaleiro, apeou para combater, pois tal melhor se coadunava com as características do terreno e da ordem de batalha.
Estimo que a infantaria portuguesa (enfim, o que resta dela) nunca perca de vista os exemplos daqueles que lhes servem de modelo, para que se possa sempre cobrir da glória de bem - fazer, e nunca de opróbrio.
Aos heróis de Aljubarrota:
APRESENTAR ARMAS!


                                                            João José Brandão Ferreira

                                                                 Oficial Piloto Aviador

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

AS VAGAS DE INCÊNDIOS

Sucedem-se, sucessivamente sem cessar…
 
A “crónica” de hoje vai ser curta e grossa.
Portugal nos últimos 40 anos, depois de ter resolvido mal os problemas que vinham do anterior (alguns, até tragicamente), ficou afectado por outros, que não consegue resolver minimamente, para não dizer que não consegue resolver. Ponto.
 
Entre muitos destacamos o equilíbrio financeiro; ter um plano sustentável para a economia; um sistema de ensino que sirva para alguma coisa (que não seja alimentar sindicatos); um sistema de Justiça, equilibrado, célere e adaptado à população sobre que vai incidir; a corrupção desenfreada; a bancarrota da segurança social; uma Diplomacia que não se limite a ser um mero exercício de relações públicas; as Forças Armadas a desaparecerem; o relativismo moral, militante, etc., etc..
Enfim ter uma Ideia para o país que queremos ser e uma estratégia que a concretize.
 
O país, entretanto, arde. E arde violenta e ciclicamente. 
Ora pergunta-se: se não conseguimos resolver um único problema e as notícias de portugueses a destacarem-se, vem sobretudo dos que estão emigrados, porque é que se haveria de resolver o problema dos fogos?
Apesar de todos poderem exprimir democraticamente, é claro, a sua democratíssima opinião!
Horas e horas de imagens de incêndios nas pantalhas – outro “negócio” que não ajuda nada; lamentos q.b.; prejuízos dantescos; mortes; debates aos pontapés; promessas de meios (quantas mais fizerem mais fogos haverá); jogos de estatísticas; declarações solenes do género “para o ano é que vai ser”, etc..
Resultado, chega-se ao ano seguinte, arde tudo outra vez. O ciclo repete-se.
É certo que a soma de acções a realizar, tanto na prevenção, como no combate, como no campo legislativo, é complexo e multifacetado. Mas há muito que se sabe tudo isto e também o que há a fazer.
A pergunta óbvia surge naturalmente: porque é que então não se faz praticamente nada de eficaz?
Por interesses instalados que ninguém tem ousado tocar (sim isto dos incêndios gera grandes negócios)? Por inépcia? Por incompetência? Por corrupção? Por cobardia? Porquê santo Deus?
O que levará tantos governos e tantos organismos envolvidos a terem um desempenho tão nefasto e medíocre, em todo este âmbito?
Parece óbvio que é por um conjunto de todas as razões apontadas e por não haver vontade política para fazer seja o que for. Não dá jeito, não dá votos, não dá comissões, não gera “amigos”…
O Presidente da República no meio do seu afã saltitão, de nenúfar em nenúfar e de sorrir para as “selfies”, à procura de afectos, não poderia tentar arranjar maneira (já que governos e partidos só se preocupam com votos e negócios), de fazer face a esta tragédia, que é uma espécie de peste dos tempos modernos e configura uma das piores formas de terrorismo?[1]
Enquanto não se decidem a fazer algo de útil pensem: Nada arde por si, muito menos à noite, a não ser por razões naturais raras.
Sabe-se que a maioria dos fogos tem origem criminosa; outros são por descuido ou negligência.
Os autores destes últimos têm que passar a ser responsabilizados e sofrer castigos sérios, e a ressarcir a comunidade com serviço cívico gratuito, durante um período alargado da sua vida.
Relativamente aos primeiros existem três tipos de casos: os tarados, os vingativos e os que são pagos para atear os fogos.
Os tarados têm que ser supervisados socialmente e quando detectados têm que recolher a uma instituição qualquer que lhes dê “uns banhos frios”; quando apanhados no vício tem que se responsabilizar também, as famílias para o caso de ter havido algum caso de incúria, ou encobrimento.

No entretanto, deve ser-lhes feito uma análise às cuecas a fim de se detectar esperma, o mesmo se fazendo aleatoriamente (como se faz para a droga) testes destes ao pessoal envolvido no combate a incêndios – parece que aos “apanhados do clima”, lhes dá para ter orgasmos…
Os vingativos são os que andam zangados com a vida, com o vizinho, com a falta de zonas de caça, por motivos de partilhas, etc.. Caiem simplesmente no âmbito do crime.
Os que são pagos, são-por via das causas acima apontadas e por isso são apenas criminosos.
Em síntese, tudo isto representa um caso contumaz de polícia.
Solução: dar ordem a todas as forças militares, militarizadas e de polícia para, no exercício das suas missões de segurança, ao verem um animal destes com a boca na botija, o abatam “in situ”; aos que escaparem vai ter que se lhes “apertar o pescoço” até vomitarem quem lhes pagou o acto, ou as razões porque o fizeram; e a seguir serão arrecadados com a pena máxima e passem o resto dos seus dias a limpar a floresta, fazer aceiros e a plantar árvores.
Tais medidas têm duas grandes vantagens (e estas sim, deviam passar nas televisões): evitava-se que os pirómanos depois de apanhados fossem soltos por “distúrbios mentais” ou serem “vítimas da Sociedade” e ataca-se o fogo no seu início que é a melhor maneira de ele terminar.
Entretanto talvez os putativos candidatos pensassem duas vezes, antes de virarem pirómanos.
Para grandes males, grandes remédios.

[1] “Vim dar o abraço de Portugal à Madeira”, PR “dixit”. E eu a julgar que a Madeira era Portugal! Ó Senhor Presidente…

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A RECONQUISTA DE NAMBUANGONGO!

Faz hoje 55 anos que o Exército Português reconquistou a povoação de Nambuangongo, na região dos Dembos, norte de Angola, a 200 Km de Luanda, durante a operação “Viriato”.

O Batalhão de Caçadores 96, do comando do TCor Armando Maçanita, o Esquadrão de Cavalaria 149, comandado pelo Capitão Abrantes e o Batalhão de Caçadores 114, sob o comando do TCor Oliveira Rodrigues, convergiram para o objectivo em três eixos distintos.

O Batalhão 96 tinha o percurso mais longo e foi reforçado por um pelotão de Engenharia comandado pelo Alferes Jardim Gonçalves.

A tenacidade e capacidade de comando do TCor Maçanita, conseguiu que fosse a sua unidade aquela que primeiro entrou em Nambuangongo, erigida como quartel – general da banditagem terrorista da UPA, após penosa marcha, vários combates e quatro mortos.

Coube ao pelotão do Alferes Santana Pereira a honra de hastear a Bandeira Nacional Portuguesa na igreja semi-destruída da vila.

O TCor Maçanita morreu na sua cidade natal, Portimão, em 17/11/2005, com 88 anos de idade.

Honra aos combatentes

Viva Portugal
(Abaixo os traidores).

quinta-feira, 28 de julho de 2016

O FUTEBOL, ESSE FENÓMENO…




“Não se deve confundir a esfera armilar
com a bola do Ronaldo…”
Leal Henriques
(Técnico de voo com quem tive o gosto de voar).

Passada a “histeria” colectiva que perpassou pelo país, durante o campeonato europeu de futebol 2016, existe alguma serenidade para meditar sobre este fenómeno social, que move e apaixona multidões.
 
E, neste ponto, há desde já, uma constatação a fazer: o futebol deve ser o único desporto que atrai milhares de pessoas sem que estas alguma vez o tenham praticado; o exemplo disso é a assistência aos jogos, por um número cada vez maior de mulheres.
 
Ou seja o futebol de um simples desporto passou a fenómeno/festa social, daí (os factores interrelacionam-se) a negócio de biliões e a aproveitamento mediático e publicitário, massivo foi, de aritmético a exponencial em três décadas.
 
Por isso logo se transformou em aproveitamento político cada vez mais elaborado.
 
Neste âmbito, se pensarmos na União Europeia, existe uma contradição de monta, que poucos terão equacionado, e que é esta: como é que se pode fugir para a frente com o “mais Europa” e o “federalismo europeu” e continuar com este folclore de campeonatos onde se tocam constantemente os hinos dos diferentes países e os mais apaixonados se mascaram com os símbolos nacionais (embora desrespeitando-os mas, enfim, isso é outra discussão)?
 
E quando houver uma “Europa Unida” – o que se Deus e a Geopolítica quiserem jamais ocorrerá – como é que se vai continuar com um campeonato europeu de futebol (ou outro)?
 
Infelizmente o futebol para além deste clima de festa, tem o seu lado escuro, o lado da corrupção, dos negócios ilícitos, das tricas constantes, etc., como profusamente vem documentado quase diariamente nos órgãos de comunicação social.
 
Ora salvo melhor opinião, o futebol devia ser apenas um desporto e nada mais do que isso, não fazendo sentido o dinheiro que nele se verte; as dívidas astronómicas dos clubes; os honorários pornográficos de treinadores e jogadores; a vigarice com a outorga de nacionalidade, etc..
 
Com o “mercado” que para aí vai, o que é que distingue umas equipas das outras? E podem considerar-se como sendo de um país ou de outro, ou apenas amálgamas de nacionalidades?
 
E não seria mais interessante e útil pôr os jovens a jogar futebol do que andar a alimentar treinadores de bancada e comentadores desportivos?
 
Dizem, porém, que é disso que a “malta” gosta, mas se a maioria das pessoas passasse a gostar de caca de passarinho, também era disso que se lhes passava a dar? (No evangelho do dia 24, uma parábola justificava a destruição de Sodoma e Gomorra, por nelas, Deus não ter encontrado 10 justos…).
 
Bom, mas o que interessa é que Portugal ganhou – também com o investimento já feito no futebol, já se justificava. Façamos contas: qual terá sido a actividade em que, como sociedade, nos tenhamos empenhado mais, em termos relativos? Na investigação científica? Na Cultura? Nas Forças Armadas? Na Pesca? No Serviço Nacional de Saúde? Em formar diplomatas?
 
Não creio que alguma delas supere o futebol, mas responda quem souber.
 
Apesar de tudo a vitória foi merecida e toda a equipa foi humilde e, por uma vez, jogou com a cabeça! Teve um sabor ainda especial, por derrotarmos alguns adversários de mau porte.
 
Felizmente que, simultaneamente, fomos campeões de hóquei em patins, e outros atletas conseguiram medalhas em ginástica, vela e atletismo, etc., o que melhorou sobremaneira o conjunto dos eventos.
 
Embora não devamos engalar em arco pois o nível médio de preparação e educação física da generalidade da população, bem como o número de praticantes federados, deixa muito a desejar.
 
Mas ganhámos e isso deixa tudo o resto para trás: o verdadeiro massacre mediático que envolveu o euro 2016; o frenesim das altas figuras do Estado em quererem passar umas por cima das outras (não era melhor fazer uma escala?), para assistirem aos jogos da selecção, como se disso dependesse a salvação pública ou, já agora, o pagamento da divida! (e vejam se para a próxima combinam antes, quem paga…).
E claro, já ninguém se lembra das graves acusações que políticos da moda faziam ao “Estado Novo” e ao Professor Salazar, sobre o “ópio do povo” que, no entender deles, representava então o futebol (para já não falar em Fátima e no Fado, que graças a Deus, continuam de boa saúde!).
 
Lá se condecorou a rapaziada toda, com uma comenda, o que não estando mal, convém manter alguma contenção, senão passaremos a condecorar qualquer aluno que passe no exame da 4ª classe (quando houver), ou o cidadão da 3ª idade que atravesse a rua com sucesso…
 
Mesmo o grave acidente ocorrido com o C-130 da Força Aérea, que causou três mortos, precisamente no dia em que a selecção de futebol regressava à Pátria, com honras de escolta aérea por F-16, desde que entraram no espaço aéreo nacional, desviou por um momento as atenções de todos.
 
Compreende-se: os militares apenas cumprem as suas missões “firmes e hirtos e voltados para a frente”, para o caso de um dia necessitarem de combater e, eventualmente, morrer na defesa dos que pulavam nas ruas. Que reconhecimento ou alegria é que isso lhes pode trazer?
 
*****
Verdadeiramente notável, contudo, foram três ocorrências, que mereceram muito menor relevo, o que apenas encontra explicação no desvario moral e ideológico em que vivemos. Refiro-me à carta em que o treinador nacional Fernando Santos agradeceu a Deus a vitória obtida; o entusiasmo e orgulho dos emigrantes e as reacções de júbilo e euforia da alma portuguesa que deixámos nos antigos territórios que colonizámos.
 
Fernando Santos tinha escrito uma carta um mês antes do final do campeonato e leu-a no dia da vitória. O inusitado foi o agradecimento acima de todos a Deus Pai e à Virgem Maria (Padroeira de Portugal desde 1646…), pelo sucesso obtido. Inusitado por ser raro, em pleno século XXI um Homem fazer tal invocação em público, mesmo num país de maioria cristã e católica. E que anda muito esquecido disso.
 
Foi uma evocação espiritual no meio do materialismo mais insano.
 
Depois temos o orgulho dos emigrantes.
 
Não há memória da nossa gente criar problemas em qualquer local para onde vá. É afável, humilde, trabalhadora, cumpre as leis (o que nem sempre faz no seu país) e integra-se em qualquer sítio, seja no sertão de África, nos gelos do Canadá ou nos confins da China.
 
E faz isto tudo sem perder a sua personalidade própria.
 
Quando se juntam, dá-se-lhes uma “saudade do caraças”, da “ santa terrinha” e aí descobrem que são portugueses dos quatro costados e patriotas invictos, entre o furioso e o lamechas – coisa que quando vivem em Portugal não se dão conta (falam até mal de tudo), mesmo quando nunca o deixaram de ser!
 
Em alguns casos, nomeadamente em países europeus, alguns sofrem enxovalhos ou ouvem dizer mal da sua terra, a maioria das vezes por alimárias que não sabem do que falam.
 
De modo que a juntar ao bacalhau, ao salpicão, ao tinto e restante parafernália gastronómica, se lhes atiram com umas cançonetas que lhes soem bem no ouvido e uns eventos desportivos, em que o futebol é rei, então aquela alminha lusitana transborda que é um gosto vê-la.
 
Há que continuar assim.
 
Finalmente as repercussões deste evento nos antigos territórios ultramarinos onde ninguém perguntou a ninguém, se queriam deixar de ser portugueses, as manifestações de alegria e contentamento, foram transversais nas diferentes sociedades apenas com as excepções habituais nos transviados ideológicos e cleptocratas reinantes.
 
Se hoje se fizesse naquelas partes que Portugal já foram, um referendo isento, não tenho dúvidas que a maioria das populações votaria por uma portugalidade assumida.
 
Deve ser por isso que uns adiantados mentais da Camara de Lisboa, querem eliminar os brasões das antigas províncias ultramarinas nos jardins da Praça do Império (que também deve mudar de nome…), em Belém!
 
A CPLP tem muito para andar, mas não lhe querem dar asas…
 
O caso mais impressionante foram as imagens colhidas em Malaca.
 
O estandarte real português só esteve hasteado nesta cidade durante 130 anos (1511-1641) e a permanência esteve longe de ser pacífica. Depois de nós vieram os holandeses e os ingleses (em 1759) (que de um modo geral todos os colonizados por eles, detestam), até que se tornou independente, integrada na Malásia, em 1957.
 
Apenas existem duas pequenas aldeias de pescadores que albergam os descendentes de portugueses, a que o Terreiro do Paço tem dedicado o maior dos desprezos. Pois foi esta gente e alguns turistas lusos e outros que por lá andavam, que vibraram com a vitória das cores nacionais.
 
Não me parece que estes exemplos se passem com mais ninguém…
 
Este é um capital único que nos resta.
 
Confesso que toda a porcaria à volta do futebol me chateia e só não me absorto do que se passa porque o dilúvio mediático não mo permite. Mas confesso também, que ao ver a selecção portuguesa jogar, não consigo evitar que os pêlos do peito se ericem e o sangue corra mais rápido nas veias. 
 
Apesar do futebol ser apenas um desporto, não deixa de vir ao de cima os velhos brios que nos vêm de Ourique. Enfim, fenómenos.